CORAÇÕES AO ALTO – III Semana do Advento

Olá Ultras,

Leiam este textos com banda sonora. Sugerimos uma no fim do texto.

Eu sei, estariam  à espera de um artigo sobre as mais belas paisagens do mundo árabe. Belos puro sangue cavalgando pelas areias do deserto, bailarinas enfeitadas de cinturas ondulantes e lamparinas mágicas que à primeira esfregadela se transformassem em génios ao nosso serviço.

Tal como eu costumo dizer… SÓ QUE NÃO!

Andámos à procura de Deus e não é que O encontrámos?

Dizem as escrituras “procurai e achareis, batei e servos-á aberta…”. Às vezes o próprio Deus é tão Omnipotente que nos mostra portas e realidades que nós nem fazíamos ideia que existiam… E se por hipótese, de repente, algum de nós: a vizinha do lado, o sujeito do autocarro, o padeiro, o merceeiro ou a mais humilde empregada de café tivesse visto o próprio Deus? Se tivesse batido com tanta insistência nas portas do céu em busca de uma migalha de misericórdia, que o próprio Deus omnipotente se tivesse levantado do Seu trono para abrir a porta à mais insignificante das criaturas, mostrando-lhe de é feito o Seu reino? Só porque sim! Só porque Ele é Deus! Sem pré-critério ou requisito. Quase pareceria uma história daquelas que se conta à lareira por estas alturas de natal ou uma daquelas lendas sobre a épica batalha entre o bem e o mal… pois penso que será bem mais fácil encontrarmos Deus e a sua essência, a sua verdade, mesmo sem revelações divinas do que realmente parece. E afinal das contas… quem sou eu na fila do pão para mandar bitates. Sou só uma desgraçada igual a Jó, a quem o demónio cismou de torturar a minha alma para eu parar de o enfrentar, para me calar, para me imobilizar. Quem sou eu para dar conselhos!

Pois bem… Deus está e estará sempre naquele que aparentemente nem estaria. Naquele que nos causa medo ou até certa repulsa. Pavor. Medo. Dúvida. Contradição. Que faz torcer as nossas entranhas. Aquele a quem tratamos como o leproso, que afastamos de nós. É aí que Deus se esconde. Deus esconde-se onde menos se espera encontrá-LO e muitas vezes o demónio surpreende-nos por estar onde não esperaríamos que estivesse.

Há quem chame isto de tribulação. Uma espécie de confusão tal que até nós mesmos duvidamos da nossa sanidade. Pois então. É e será sempre nas escrituras sagradas que havemos de encontrar todas as respostas, mas só as ouvirá quem estiver na disponibilidade de as ouvir e sobretudo de as aceitar. Quem não se armar em deus das suas próprias decisões e permitir que Deus, o verdadeiro actue indo sempre na direcção que a Divina Providência indicar. ELE manifesta-se malta! Subtil… como só ELE sabe ser. E só O verá quem estiver na disposição de O ver.

A porta larga será sempre a mesma, a opção que nos permitir mais conforto e bem estar… mais segurança e que implicar depositar menos confiança na providência. A que exigir de nós menos mudança. A porta estreita é sempre aquela que nos assusta e apavora e que por isso mesmo nos obriga a dizer “Jesus, eu confio em ti!”… e isto claro está, dizemo-lo de coração apertado e joelhos a tremer de pavor. Esta é a porta estreita, a porta que menos parece a porta certa. Aquela que é tão assustadora que dizemos – “vai dar errado, eu nem vou caber ali!”… mas é essa a convicção e o nível de confiança que o Senhor nos pede: total e absoluta.

E como é que Deus nos fala então? Como é que vamos nós saber o que é que Deus quer afinal de nós? Bem… a resposta é sempre a mesma. Conectar-se com o Espírito Santo, valorizar a Divina Providência e começar a usar o tempo desta vida com alguma coisa proveitosa! E rezar o terço ajuda MUITO!!!

Entender que a providência nos encaminha para determinado ponto por alguma razão, pois para Deus não há acaso, há formação, aprendizagem, caminho e por exemplo no meu caso, entendo que a minha vida foi uma formação quer académica, intelectual e cultural fruto da divina providência que eu não poderia ter acesso de outro modo se não pela providência e pelo encaminhamento divino, bem como se esse caminho de formação me foi dado, garanto-vos que a certo ponto de forma misteriosa, Deus redireccionou a minha vida para algo totalmente, absolutamente e assustadoramente diferente daquilo que eu estava direccionada até então. Mas tive de tomar a coragem de convictamente dizer a Deus: LAVA-ME A VISTA SENHOR, TIRA-ME AS TRAVES DOS OLHOS… TORCE E RETORCE AS MINHAS ENTRANHAS À TUA VONTADE. EU VOU POR ONDE ME MANDARES, MESMO QUE O CAMINHO SEJA ESTRANHO OU INCERTO!

Deus não tem obrigação nenhuma de ser como nós o imaginamos à séculos!

Foi muito assustador quando eu percebi que o plano de Deus para mim era diferente daquele que eu havia trilhado até ali.  Muito diferente… quase no extremo oposto. Eu também ofereci alguma resistência. Também pensei muitas vezes que as portas estreitíssimas e estranhissimas que se apresentavam a mim nem vinham de Deus. Mas Deus está em todas as coisas e todas as coisas são nobres se vierem de Deus. Foram-me pedidos sacrifícios: que deixasse de fazer coisas que eu gostava de fazer, que eu alterasse as minhas rotinas, modos de vida e hábitos. Foi assustador esse sentimento de total e completo abandono para uma nova e desconhecida “missão divina”. O abandono total à vontade insondável de Deus. A dado ponto senti que Deus me pedia um reset de mim mesma e que começasse de novo sempre com “Jesus, eu confio em ti!” na minha alma. Que deixasse as coisas que me eram hábitos e rotina e me tornasse numa pessoa mais normal. Que trocasse o enorme pelo pequeno e que aprendesse a amar o simples, somente pela sua simplicidade. Que trocasse quem eu era, por uma nova vida. E foi muito assustador, dar o primeiro passo sobre as águas foi muito díficil. MAS DEI!

A vida tinha de tornar-se mais proveitosa do que era até ali. É como se Deus me dissesse: “Olha, Ana, Eu formei-te, dei-te acesso a isto e aquilo, dei-te conhecimento. Cultura, etc. Etc. Porque queria chamar-te para uma missão e nessa missão necessitarias dessa bagagem que Eu te providenciei. Não tenhas medo, Ana. Confia em mim. Pode parecer obtuso, estranho, assustador, excêntrico mas Eu estou contigo. Tem coragem, DÁ O PRIMEIRO PASSO, EU NUNCA TE DEIXAREI!”

Perguntam vocês. Proveitosa como? Aí vem a megalomania, a porta larga, portanto. Nasce dentro de nós uma vontade cega de virar o mundo do avesso e corrigir tudo o que achamos mal, um pensamento de que somos indispensáveis e insubstituíveis. Queremos quase ser heróis. Por vezes fazemos o bem, só para que os outros vejam, outras pela nossa pobreza triste para que os outros “nos amem”.  Para ganhar a gratidão e admiração alheia e não por verdadeiro bem. O orgulho, portanto. Afirmamos estar envolvidos nisto ou naquilo, que já fazemos o nosso papel, etc. Só que não é bem assim. As coisas são bem mais microscópicas do que aparentam na realidade, e é precisamente a frustração do pequenino e da pouca diferença que podemos fazer que nos mantém em estado de humildade. Vamos fazendo uma coisa de cada vez, ajudando um ser humano de cada vez e assim por diante. Deus chamava-me a uma vida menos cheia de pessoas em número, mas mais cheia de verdadeira diferença.

DA DIFERENÇA DE FAZER A DIFERENÇA. E SALVAR OU NÃO UMA SÓ VIDA FAZ TODA A DIFERENÇA!

O SACRIFÍCIO, Oh que palavra!!! Mas o que é afinal esta coisa que vem sendo pedida vezes e vezes sem conta pelos céus? No mistério do Corpo Místico, estamos todos ligados em Cristo. Dar a vida por isto ou por aquilo ou ATÉ POR ALGUÉM não é exactamente ficarmos em tronco nu a chicotear-nos ou tão pouco um acordo que fazemos com Deus em que nós mesmos escrevemos as cláusulas. O sacrifício tem sempre, mas SEMPRE  a ver com as feridas que carregamos e que Deus quer curar. Curar em nós e no outro. Um de cada vez. 

Tal seria se a salvação do mundo dependesse de nos dependurarmos a nós mesmos em cruzes até nos tornarmos cadáveres apodrecidos, cobertos de sangue e de moscas… MAS É ISSO QUE FAZEMOS! E ISSO É EXACTAMENTE O QUE O DEMÓNIO QUER, PRETENDE, GOSTA E INSTIGA! Fazer-nos acreditar que a vontade de Deus é ver-nos em sofrimento agudo! PARALISAR-NOS DE MEDO E DUVIDA!

Tendo em conta, que Deus ama a TODOS POR IGUAL é isso que ele nos pede. Uma vida por uma vida. Mas não em sacrifício inútil… em pranto infindável quase à beira da loucura! Ou que passemos a dar-nos em grande escala… em grande quantidade como referi acima. NÃO É NADA DISSO! É pegar na nossa vida, nos dois bracinhos que Deus nos deu e enfrentar. Tal como Jesus, largou a cruz e enfrentou a morte e os demónios e RESSUSCITOU, malta aí, ELE RESSUSCITOU. Saiu vencedor! E nunca reuniu os cegos todos numa praça para os curar todos de uma vez.

AHHHH… a minha cruz é este sofrimento lânguido, confuso e desproveitoso ou até um qualquer martírio que eu me AUTO-IMPUS! [às vezes somos tão cínicos que até sabemos o que Deus nos pede mas inventamos que não! Que “Ai não, a minha cruz é esta ou aquela!”] ASSIM NÃO DÁ, QUERIDAS E QUERIDOS ULTRAS! Ou somos vasos de barro dispostos a ser moldados e se preciso for quebrados e voltados a moldar pelo nosso criador ou então o que é que se passa connosco afinal? Estamos parvos?

Agarrem de uma vez a graça, agradeçam, e agarrem o toiro pelos cornos! Se sentem que Deus cruzou alguma vida com vocês, observem bem se essa mesma vida não corresponde ou se aparenta com alguma ferida que vocês mesmos carregam… Se Deus não colocou aquela vida para que vocês cuidassem e honrassem. É uma vida feita à imagem e semelhança do criador por ELE MESMO, ACORDEM! Como é que isso pode ter pouco valor ou estabelecerem sobre esse alguém um valor comparativo? Mas que Biblia é que vocês andam a ler afinal? Aí é só “ouvir Deus” a dizer – Sim, é estranho, parece estranho, mas é essa mesma a tua cruz meu filho! Desculpa se não é tão épica, fantástica, notável, grandiosa como tu esperarias meu filho mas é essa. Confia em mim!

A maioria de nós andamos por aí alienados, a tentar fazer a diferença em um milhão de vidas, a querer a admiração de toda a gente, a distribuir sorrisos e ajudinhas, mas no fim das contas, nem uma vida… nem uma única alma nós conseguimos ajudar, tocar de verdade com todo esse excesso de nós mesmos. Chegaremos ao fim da vida e seremos só uma lembrança difusa nas mentes ou até lembrança nenhuma. Somos ridiculamente superficiais!

Aí entra a verdadeira herança de Deus. As gerações. A verdadeira promessa! Os meus filhos seja lá de onde é que eles tenham vindo… aqueles que eu acarinhei no meu colo e protegi com os meus braços, que eu partilhei o que tinha no prato lembrar-se-ão de mim, os meus netos e os netos deles, e por aí fora. As vidas que eu, em sacrifício activo, diário e penoso muitas vezes, confesso me predispus a tocar. A carregar ao colo, mesmo sem obrigação nenhuma. E nessa aparente pequenez insignificante, eu espero que Deus honre a sua promessa e o meu nome passará de geração em geração, na boca daqueles a quem eu dei amor. Porque aceitei em humildade a pequenez de tocar só e só as vidas que Deus me ía trazendo, mas tocá-las de verdade. Com custo… muitas vezes cheia de medo, quase sem pachorra mas fui… em nome de Jesus,caminhando sobre as águas,  sem passar o menor cartão àquilo que “os outros” pensavam ou pensam. Eu ajo em nome daquele que plantou o amor no meu coração e daquele que me ensinou a amar.  Amá-las e deixar que elas me amassem, sempre correndo o risco de não ser amada de volta. DAR TUDO DE MIM, SEM MEDO DE AMAR E SER AMADA! TER O CORAÇÃO DO LADO DE FORA DO PEITO, COMO CRISTO!

E o demónio, esse covarde que acorrenta e se diverte a pôr selas nos filhos de Deus tem medo de corações assim. São demasiado “de carne” e demasiado corajosos, exibidos ao alto do lado de fora do peito como o Sagrado Coração e visíveis, sem esconderijos, prontos a ser trespassados por espinhos e espadas. É isso que esse monstro inominável não entende. O sacrifício de deixar 99 ovelhas que estão seguras para procurar a perdida. Tal é a tribulação dos tempos presentes que a satisfação de Satanás é ver como andamos confusos e tais são as chibatadas que leva quando vê um qualquer de nós interromper a sua marcha para imitar o Senhor, e carregar sobre os nossos ombros a dor de uma só alma que não a nossa. O sacrifício de deixar o certo pelo incerto. De entregarmos o nosso coração ao risco de amar. Por isso demonifica o amor. Faz-nos ter medo do amor, transforma-nos em zombies paraliticos escravos do pensamento à procura de quês e porquês, com vista em destruir a mensagem e o mensageiro. Adultera as mensagens, confunde o povo de Deus e os seus interpretes. Deixar o grande rebanho (que está mais seguro afinal) por nem que seja uma única alma que de nós precisa, porque estes tempos exigem que alguns soldados, escolhidos e seleccionados e treinados pelo Senhor venham para campo de batalha e a arma, queridos e queridas Ultras, a arma do fim dos tempos é a família e os soldados são os casais. Não será esta a porta estreita que representa o risco que é entregar-se, mesmo correndo o risco de ser trespassado por mil espadas, as espadas de ser rejeitado ou de não ser amado de volta? Não foi este o risco que o Nosso Salvador correu por nós, Seu PEQUENO rebanho? E não será esta entrega de um por um… pequena aos olhos do mundo, porém grande aos olhos de Deus? A simples entrega de permitir amar e permitir ser amado?

Dar o que me foi dado! E nada mais me foi dado que A CAPACIDADE DE AMAR! É só ISTO, que Deus nos dá. É SÓ ISTO QUE DEUS ME DEU! POR RESTO, SOU UMA NULIDADE EM TUDO.

Sair da porta larga, onde haveria mais notoriedade, mais sossego, onde seria mais notada, onde “na minha esperteza saloia humana” eu dizia “ah… mas aqui eu posso fazer muito mais diferença!”, eram tudo só tretas que satanás me instigava para que eu não colocasse o meu coração do lado de fora do peito… e agora que o coloquei EU VEJO QUE É ISTO! SÓ ISTO! TÃO ISTO! E NADA MAIS QUE ISTO!  

Mas então e como é que ouvimos Deus, nos enchemos do Espírito Santo, ganhamos forças para grandes mudanças, enfrentamos a assustadora porta estreita, etc, etc e tal? Pois aqui entra de novo esta metáfora que usei no inicio do texto… duro, mas não há génios da lâmpada. Temos mesmo de abrir o nosso coração e a nossa vida à vontade de Deus e depois, também não há tapetes voadores do Aladino que sobrevoam um mundo ideal. O único tapete que poderá mudar a nossa vida é aquele que se estende no chão para se ajoelhar e começar a rezar… podendo até fazer feridas nos joelhos. E claro, teremos mesmo de dar um passo em frente ou nunca sairemos do mesmo lugar!

Só será Natal nos vossos e no meu coração quando deixarmos que Deus nos sacuda como um pano de pó, torça e contorça a nossa alma e o nosso coração até termos a capacidade de ver o menino Jesus e não a manjedoura, nem o mau cheiro da gruta e dos animais que nela estavam onde ELE nasceu, ou as roupas de Maria cheias de nódoas e sujidade do pó do deserto soada e exausta, nem a pobreza das condições financeiramente parcas de S. José, que coitado… depois de tal caminhada e já nem indo para novo havia de cheirar a perfume francês com certeza… e que mesmo assim aceitou o desafio. Nem os trapos que havia disponíveis para embrulhar o menino que certamente pobrezinho, nem de trapos haviam de passar mesmo, Ou seja, só estaremos preparados quando deixarmos de procurar as coisas onde as QUEREMOS encontrar e como as QUEREMOS encontrar ao invés de reconhecer que elas estão onde Deus as quis colocar e esconder e pronto, e as revelou no momento em que as quis revelar e pronto. Porque ELE é Deus e nós não e pronto! Já disse isto e torno a dizer: Não fomos feitos para roubar os frutos da árvore do conhecimento e ter de entender e escrutinar tudo e mais alguma coisa e decifrar os quês e os porquês de Deus, fomos feitos para DAR GRAÇAS E LOUVAR A DEUS! AMAR E SER AMADOS! Só isso! Uma mensagem tão simples e causa mais de 2000 anos de confusão, por conta da mania humana do orgulho e das intelectualidades!

Vamos deixar Deus moldar-nos como o barro. Temos de nos deixar moldar por Ele! É difícil. Muitas vezes vamos abdicar da nossa certeza, daquilo que tomámos por certo nas nossas vidas para abraçar vocações diferentes, estranhas e até arriscadas… mas Ele é Ele! E por mais absurdo que pareça, se é a vontade dele… Eu vou! E sentir-me-ei tão livre como um cavalo de puro sangue galopando. 

Este é o primeiro texto desta metáfora mais ou menos arábica que preparámos em vários textos para reflexão até ao Dia dos Reis. Como uma estrela de Belém que seguiremos pelas areias quentes do deserto em busca da luz até nos encontrarmos com a Sagrada Família, precisada de nós e da nossa colaboração. De cada um de nós activamente, porque onde há uma mãe e uma criança, é como Maria e Jesus… há necessidade de S. José que tome conta desse projecto divino que só Deus sabe, e que mais uma vez relembro, para a época há-de ter sido de facto, muito excêntrico, por isso S. José é um herói tão grande. Deus confiou-lhe os seus tesouros, Maria deu o seu “SIM” DE CARAS (aquela fibra das mulheres, não é?), S. José ainda tremeu de medo, achou estranho, difícil de entender lá deve ter pensado que além da porta ser estreita era estranha demais até para vir de Deus, mas Deus é assim, muitas vezes maior do que podemos imaginar… e lá embarcaram sob protecção divina numa “MISSÃO A DOIS” …E É POR ISSO QUE EU GOSTO TANTO DELE E DA SAGRADA FAMÍLIA!!! Porque Deus é bem mais empolgante, imprevisível e dinâmico do que pode parecer à primeira vista. É aventureiro e destemido, usa os humildes para confundir os grandes deste mundo e revela-se aos ignorantes para confundir os sábios. Troca-nos as voltas à vida… é um espalha brasas… o Espírito Santo é de facto um fogo abrasador. Que transforma os corações fracos em corações fortes e é oferecido gratuitamente, diz na Bíblia! E sobre estas coisas, falaremos no próximo artigo. No próximo artigo encontraremos o menino Jesus, na sua manjedoura, na gruta em Belém.

Querem Vir?

Ora, se vós, apesar de serdes maus, sabeis dar o que é bom aos vossos filhos, quanto mais o Pai que está nos céus dará o Espírito Santo àqueles que lho pedirem!” Uma casa dividida não prospera.

LUCAS 11:13

por Anaequipa.ultrafeminina@gmail.com

{ a gaja que tem a mania de pensar, mas não pensa sozinha}

SUGESTÃO DE MÚSICA:


ultrafeminina.pt é mais que um endereço, é o nome da sua nova amiga, da sua nova atitude e do seu novo refugio secreto. Porque ser feminina não basta... é preciso ser ultra feminina!